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GC 31 | Ai que vergonha!

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GC 31 | Ai que vergonha!

Olha Coisos e Coisas, vou falar pra vocês tem dias que a gente passa uma vergonha alheia que é tenso, você já teve desses dias? Nós sim, é por isso que Guizaum, Oliver Perez e Douglas Lira (Pauta Livre News) se juntam para contar as desventuras que nos fizeram passar uma série inacreditável de vergonha. Compartilhe com a gente!

Tenha vergonha do seguinte:

  • Quem já chutou bengala de aleijado, brigou com idosos na fila do cinema e já foi pelado na padaria;
  • Quem já xingou o chefe de homoafetivo com a presença do mesmo na sala;
  • Quem já abriu uma soleira em uma mecânica automotiva;
  • Qual a cor da cara da Inês Brasil;
  • Quem já teve que recolher destroços de rádio no chão.

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  • Uôupá!

    Finalmente um GrandeCoisa pra alegrar minha semana!

    Baexanô!

  • Elenco reduzido, mas programa com duração king size (do Rio de Janeiro?) 😛
    Baixando!
    Quanto a vergonhas, cair de cabeça num túmulo quando tinha 5 anos, conta?

  • Inkless
  • FrankCastle

    E aí coisos!
    Olha só, meu amigo de longa data Doug está presente neste episódio! Já presenciei alguns momentos dessas frases de “sinceridade” dele em público, hahaha.

    Uma bem engraçada que aconteceu comigo, foi na época que eu trabalhava como técnico de hardware. Estava na bancada, falando ao telefone com um cliente. De repente, a ligação é cortada e eu continuo segurando o fone no ouvido (sabem aqueles aparelhos básicos da Siemens?). Olho para meus colegas e pergunto, enquanto já vou olhando embaixo da bancada: “Será que deu algum problema no PABX ?”(Central Telefônica). Volto para bancada, olho para eles, todos rindo sem parar… olho para baixo e vejo a base do telefone com o fio pendurado na bancada, olho para o fone que estava segurando e vejo que está sem nenhum fio conectado…

  • FrankCastle

    Ah… não poderia deixar passar batido: vocês viram quando o Marcelo Rezende foi vender cocada para o Percival… sim, cliquem por sua conta e risco:

    http://www.youtube.com/watch?v=_lgTlFIgFpw

  • Acreditem se quiser, já fui colega de trabalho do Doug Lira e fui testemunha de todas essas histórias que ele contou que rolaram na agência! Ahaha

    Eu realmente me afundei de vergonha alheia na cadeira quando ele dançou cantando “vira homem vira-vira!”

    Abraços e parabéns pelo cast!

  • Fazia tempo que eu não ria tanto com um episódio com histórias sendo engraçadas sem serem forçadas. Caras a história do ônibus é impagável, imagina a cara da mina quando caiu o discman debaixo do pneu, meu deus hahaha, que sacanagem!
    O Doug é um figuraça mesmo, cada história sensacional também.
    Meu, eu nem sabia quem era Ines Brasil. que bosta gente hehehe
    Ótimo episódio, ficou engraçadissimo recomendarei a todos!

  • Por algum motivo, eu sempre imaginei o Oliver Perez igual ao Mustapha, o negão foda do Cadillac & Dinossaurs.

    Eu sei que vocês não quiseram adentrar no universo do YouTube (caso contrário, o programa teria 8 horas de duração), mas quando se fala em vergonha alheia eu penso IMEDIATAMENTE neste vídeo (a parte relevante começa aos 1:21) http://www.youtube.com/watch?v=PGeH95zv1hc

    É muito provável que vocês conheçam este vídeo, mas aproveito pra fazer uma pergunta ao Oliver Perez: seria essa mulher a cantora da música do Cavalo de Fogo? Porque o nível de afinação é o mesmo!

    • Anderson Cardoso

      O nome da mulher que cantava a música do Wildfire era Miriam Ficher, todo mundo fala que a música está desafinada mas te digo que não está não, o que acontece é que ela não segue a música de acordo com o original, pois na mesma não há tantas dissonâncias. Eu fui buscar a bendita da música para ouvir e tocar junto e realmente dá essa impressão.

      Acreditem a música original é mais podrinha creio que também possa ser o fato de que as músicas quando dubladas elas não traduzidas e sim adaptadas para encaixar a letra com o tempo e fica bizarro causando isto.

    • PARE O MUNDO EU QUERO DESCER!!

  • Até hoje eu me perguntava se a Inês Brasil era um traveco, finalmente essa dúvida foi tirada. Vergonha alheia mesmo foi fazer uma aula de hip hop nos EUA e ter que dançar a música da mulher melancia do bumbum gi-gi-gigante. Ninguém nem lembrava dessa música no Brasil. HAHAHAHAH

  • Franklin

    Descobri o podcast sem querer e achei muito bom, estou baixando outros pra ouvir

  • Como não falar de vergonha alheia e não se lembrar de NUNCA adicionar sua mãe no Facebook? Outro dia postei uma foto de perfil e quam foi a primeira a falar: Que bonitinho! E na sequência a inundação de zoera never ends dos amigos. Ou postar uma foto de um action figure novo e sua mãe falar: Não chega de brinquedo não? Neste caso, segui a cartilha Grande Coisa e lancei um: Nunca é o suficiente. Por fim, em Pergunte ao Oliver Peres: Nesta onda de protestos, você salvaria um beagle ou prefere ele com piercing?

    • Anderson Cardoso

      Ainda bem que minha mãe não sabe mexer com PC

  • Osmar Caco Dugay

    Levar a culpa por peido alheio no elevador além de ser vergonhoso é injusto!

  • Fala grandes coisos ou Coisaradas. Quando eu era pequeno e como não deixar de ser gordinho kkkk, tive uma experiência muito parecida com a da gorda do episódio.
    A minha mãe junto com uma amiga resolveram levar a gurizada para uma tarde no Parque da Água Branca aqui em Sampa. Na volta , pegamos o ônibus e a inteligência aqui foi passar pela catraca “de frente” e não de lado, conclusão? Fiquei entalado , não ia nem para frente e nem para trás.
    Comecei a pedir socorro para minha mãe porque estava sendo “enforcado pela barriga” , o cobrador começou a chamar ela, e como ela estava com a filha da vizinha no colo, se fingiu de morta, foram bem uns 5 pontos , com uma chiadeira só e uma velhinha xingando e falando para tirar o gordo de lá. Não me lembro como sai de lá mas deve ter sido por algum safanão da referida velhinha.
    Para fechar com chave de ouro (ou bosta) o passeio, eu como era pequeno não alcançava direito no “ferro” do ônibus e não queria segurar o bando então fiquei nas pontas dos pés, no que o ônibus fez uma curva mais fechada, eu não consegui segurar e cai de costas no colo de um casal que estava no maior amasso dentro do ônibus, ainda lembro a cara deles qdo se deram conta que tinha um “gordinho” deitado no colo deles HAHAHA.
    Bom é isso e um grande abraço

  • Opa lembrei, quando eu tinha uns 8 anos , fomos morar em um prédio no bairro da Pompéia, qdo eu e minha família pegamos o elevador, tinha um senhor com um chiuaua no coloco, eu acabei soltado um belo de um peido, e como fez barulho, tods fizeram cara de paisagem , afinal era só uma criança, mas o FPD do Chiuaua ficou doido e querendo sair do colo , pois , queria ver da onde vinha aquele cheiro horroroso !
    Na mesma época estava meu pai, minha mãe, minha irmã e eu, na arquibancada do Palestra Itália vendo um jogo do Plameiras e depois de eu comer uns 3 cachorros quentes, me deu aquela vontade de peidar, muito discretamente me inclinei para a frente e soltei, mas parecia que eu tinha ligado o motor de uma Mobilete, fez PARÁPAPAPAPAPAPAPAPA ! Quase que meus pais me jogam lá no campo e os torcedores que estavam atrás começaram a falar “Solta mais um para espantar os mosquitos!” ” Espera sair um gol e solta mais um ” , enfim , fiquei vermelho igual a um pimentão de tanta vergonha hahahaha.

  • Vitor Urubatan

    Rsss depois de bons anos ai.
    Já temos mais vergonhas por ai.

  • mikhas

    Salve Coisos! Queria saber que música toca antes de Killing in the name of