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GC 43 | Zicas, bizius e grosopes

Neste episódio, Allan Pollar, Guizaum, Luiz Sussi, Oliver Perez e Simão Neto discorrem sobre aqueles momentos em que somos atingidos pelas zicas da vida.
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GC 43 | Zicas, bizius e grosopes

Atenção: episódio mais escatológico da “podosfera” brasileira (pelo menos da divisão 5, quinta chave, ramo da direita).

Neste episódio, Allan Pollar, Guizaum, Luiz Sussi, Oliver Perez e Simão Neto discorrem sobre aqueles momentos em que somos atingidos pelas zicas da vida. O papo, não recomendado para pessoas de estômago fraco, passa por fiofós patinadores, corpos compostos de LEGO, pião da desgraça própria e outras pérolas da desgraça cotidiana.

Saiba ao final desse informativo colóquio:

  • Quem é consegue andar 100 metros de ré só para tentar esconder sua mazela de excursão.
  • Maneira criativa de atrair peixes no oceano para pescar.
  • Quais as maravilhas de fazer lanchinhos pesados na madrugada.
  • Qual integrante não pode ouvir músicas mais carregadas (nem Kenny G.) quando está com piriri.
  • Como transformar sua casa numa poça de sangue.
  • Como quebrar a clavícula em 4 pedaços.

Na leitura de emails, falamos sobre isso e achamos que vocês deveriam conferir:

  • Recado de voz (com trilha e tudo, rapaz!) do ouvinte Radoc Lobo, inspirado no nosso cast 42!

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  • Sckazinski na área, rei do Azar. Meus amigos criaram o termo “Fator Jonas” pra todas as vezes que eu faço merda/tiro numeros baixos no dado/destruo coisas por acidente. True Story.

    • guibaldi

      Panda é tudo filho da puta mesmo.

  • Mikail Oscar Belos Dorsacco

    Muito justo. V6 se cagam gravando e eu me cago de rir KKKKKKKK

  • Blu

    Fala coisos!
    Parabéns pelo podcast! Vocês são fodas!

    Tambem tenho uma história com o dedinho e vou tentar contar resumidamente para vocês.

    Quando moleque jogando bola eu consegui quebrar o meu dedinho do pé, o médico disse que eu trinquei ele em 3 partes mas não sei bem a diferença. Mas a grande filhadaputagem foi meu pai.

    Depois que quebrei o dedinho voltei para casa do clube andando com o pé doendo pra karalho! Isso no sábado, cheguei em casa reclamando da dor e minha mãe querendo me levar no hospital e meu pai dizendo que era frescura minha.
    Fiquei sábado, domingo e segunda com o dedinho quebrado/trincado e ainda fui e voltei da escola andando e ainda reclamando da dor meu pai resolveu que realmente podia ter alguma coisa e me levou no hospital.

    Ou seja, 3 dias com dedo pendurado acreditando que era
    muleque fresco e aguentando a dor para depois descobrir que ele tava
    quebrado/trincado.

    Para completar a filhadaputagem, a epoca que quebrei/trinquei o dedinho era proximo das férias do meio do ano e meu pai veio dizendo que ia cancelar a viajem do Rio por conta do gesso no meu pé.

    Ai já bateu o desespero que não ia mais viajar ao invez de ficar 5 semanas (acho que era esse tempo) com o gesso no pé eu fiquei 2 semanas. Depois da ameaça do meu pai peguei a faca da cozinha e a mangueira e tirei o gesso na marra!
    À noite falei com meu pai na cara de pau e um sorriso no rosto que agora iamos viajar!

    Não voltei no hospital e passei as ferias no Rio! =]

    Vlws galera! Essa é a minha historia e um grande abraço!

  • Yuri Kleiton Araujo Sanches

    Mano, to passando mal de rir com a história do “Mamãe.” pqp, me desculpe pela insenbilidade, mas é de rachar de rir.

    • guibaldi

      E o efeito gangorra nas unhas do Oliver?

  • Marcos Melo Corrêa

    Opa! Baixando e tirando o atraso de duas edições do Grande Coisa.

  • Filipe MacLeod

    Salve salve coisos!
    Me lembro de uma vez aos 9 anos mais ou menos, estava na escola e estudava no período da tarde, lá pelas 15:00 meu estomago resolveu me sacanear, começei a sentir uma dor de barriga inacreditável, fui ao banheiro na esperança de que as faxineiras tivessem limpado, detalhe que esqueci era que o intervalo tinha acabado a poucos minutos, ou seja, estava pior que banheiro de rodoviária, ia tentar uma manobra ninja mas com a porta quebrada, ia ser impossível de fazer qualquer coisa com o minimo de privacidade, e na minha Inocência e total desconhecimento do meu sistema digestivo resolvi me segurar até a hora de ir embora. Foi quando faltando uns 20 minutos para acabar a aula e sermos liberados, meu estomago ligou o foda-se e o inevitável aconteceu, pois é pessoal, foi ali mesmo, por sorte neste dia estava com uma bermuda jeans escura que disfarçou o desastre, em poucos instantes o pessoal começou a sentir um odor, mas me mantive imóvel como uma estátua, deveria está pálido como uma também. O sinal tocou, e bem devagar guardei minhas coisas na mochila, abaixei a alça da mochila ao máximo para encobrir qualquer resquício do acontecido nas minhas partes baixas, e fui andando para casa como uma gueixa em passos curtos, por sorte morava a uma quadra da escola, em casa a única coisa que me restou foi jogar a bermuda fora, deitar no banheiro em posição fetal e torcer para ninguém ter percebido, hoje confesso que não me lembro de ninguém me zoando pelo acontecido, o que me leva a duas hipóteses, ou realmente ninguém percebeu, ou bloqueei essa lembrança.

  • Vitor Urubatan

    Hahaha foda cara Sussi é demais.

  • Vitor Urubatan

    Nossa cara estou me escondendo aqui na mesa de tanto rir.

  • Vitor Urubatan

    Nossa cara, fazia tempo que não ria tanto.