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GC 44 | Tá fácil

Se você está ouvindo este episódio do Grande Coisa hoje, é porque existe uma explicação: HOJE TÁ TUDO FÁCIL!
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GC 44 | Tá fácil

Se você está ouvindo este episódio do Grande Coisa hoje, é porque existe uma explicação: HOJE TÁ TUDO FÁCIL!

Vamos fazer uma análise comparativa com o passado e traçar aquele paralelo de como a tecnologia deixou nossa vida mais simples e fácil. Com Guizaum, Oliver Perez e Simão Neto.

Saiba ao final desse episódio:

  • Ter um telefone era um investimento altamente rentável;
  • Usar um CD para poder acessar a internet;
  • Converse com desconhecidos em um chat público de um portal qualquer;
  • Como reconhecer um verdadeiro lixo digital;
  • Tamanho era documento quando se tratava de espaço de HD;
  • O *cleck* da morte;

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  • sckazinski

    Tecnologia. Está aí pra resolver problemas que não existiam antes dela ser criada. =)

  • H. Sanches

    Comecei a ouvir recentemente o GC e putaqueopariu que podcast divertido! Vim por indicação do Pessoal da Cidade Gamer, continuem com o bom trabalho amigos!

    Trabalhei em locadora nos meados de 2009/2010 na qual já estava fadada ao fracasso, chegou um momento em que os clientes eram sempre os mesmos e alugavam cada vez menos, e o gasto para conseguir 5 cópias de um lançamento para locação demorava mais de 1 mês para se pagar, devido a isso e a pirataria desenfreada a locadora fechou por falência. E ainda me surpreendo com locadoras grandes que ainda existem e perduram na Grande São Paulo.

  • Augusto Mesquita

    aê pessoal! Eu compartilhei o GC #43 no facebook e 1 (um) amigo meu baixou, ouviu e gostou muito!
    Eu sei que isso não é lá, grande coisa, mas já é alguma coisa!
    Vou compartilhar este também, quem sabe 2 (dois) amigos meus ouçam e achem foda!
    Abraços.

    • guibaldi

      Po mano! Quanto mais, melhor!

  • Rubens da Cunha

    Primeira vez que ouço vocês, muito bom o cast, sobretudo porque rolou uma identificação braba. Sou de 71, ou seja, infância e adolescência bem pré internet, assim acompanhei todo esse processo. O tempo todo quando vocês falavam da facilidade de hoje, eu ficava pensando em vocês fazendo um podcast em 2025, ou 2030 e dizendo: vcs lembram da smart tv? vocês lembram da gopró? O que era o gps? como alguém podia usar aquilo? 🙂

    valeu as risadas e as lembranças

    • guibaldi

      “Lembra o Google Glass? Você tinha que usar um óculos pra acessar a internet”

      • rodolfo gutman

        “lembra do celular?como as pessoas usavam aquele trombolho?”

  • Bruno Santos

    Sempre muito bom esses podcast sobre velharias e novas tecnologias. E esse não foi diferente. Para ajudar no debate, lembrei logo desse vídeo quando vocês falaram sobre nego burro que filma com o celular na posição vertical: https://www.youtube.com/watch?v=AqHZJe6306k

  • Luis Buttes

    Instalar Doom com 15 disquetes e descobrir o último tava corrompido. O jogo já começava ai.

    • pollar

      Puta merda! Eu passei tanto por isso! Eu acho que eu tinha a maldição dos disquetes!

  • Almighty

    Tenho que concordar, a internet tosca fazia com que cada download fosse algo mágico. Esperar 50 minutos pra baixar uma única música; um final de semana inteiro pra baixar um videoclipe. Quem diria que hoje em dia tudo isso é feito instantaneamente com um clique, seja baixando ou por streamings.

    Esperar até meia-noite pra conectar era quase um ritual sagrado. Sábado 14h idem. Como diria um amigo meu: “Inventaram a banda larga, agora posso dormir”.

    • rodolfo gutman

      Quem tinha um mp3 ou videoclipe era rei, descolado.

  • rodolfo gutman

    “Meu tu não sabe o que aconteceu…” reouvindo o cast aqui e me deu saudade do inicio do Charlie Brown Jr, o primeiro CD é foda, pena que depois pra mim ficou uma bosta. Realmente o Gmail foi uma revolução.

  • Mein Puha

    GPS me tornou um ser humano melhor

  • Filipe MacLeod

    A única coisa que não está fácil é esperar o próximo episodio!!!!

  • Marcos Melo Corrêa

    Hoje em dia acho que se ainda tivéssemos passwords nos jogos todo mundo usaria seus smartphones pra tirar screenshot, em vez de anotar nos nossos saudosos caderninhos.

  • Marco Reis
    Brasilia, 35 anos, programador.

    Todo nerd gosta dessas histórias sobre as maravilhas da tecnologia. Mesmo sabendo que as pessoas viviam igualmente bem sem nada disso. Afinal, qual o problema de se perder para encontrar um endereço? Talvez 1 ou 2 horas de atraso.

    Hoje já nos acostumamos com essas facilidades, não tem mais volta.

    Gostaria de falar sobre a próxima geração de aplicativos, o que está sendo escrito agora em empresas como Google e Microsoft. As pesquisas deles estão disponíveis na internet. Só para citar as 2 mais proeminentes, temos o http://research.google.com e http://research.microsoft.com.

    Há alguns anos, vi uma pesquisa no Google sobre como melhorar a precisão nas respostas do buscador. Qual foi o resultado? O famoso “você quis dizer”, que não envolve adivinhação, apenas a aplicação de equações.

    Também existem empresas pequenas (perto da Microsoft tudo é pequeno) como a Recorded Future (http://recordedfuture.com), que tenta adivinhar o futuro com base no que acontece hoje. Já pensaram no potencial dessa tecnologia? Tem até um seriado sobre o assunto, Person of Interest.

    A próxima barreira a ser vencida é o idioma. Ou era. Essa semana, Microsoft anunciou que o Skype terá tradução em tempo real até o fim do ano.

    A gente poderia ligar para um japonês e conversar com tradução simultânea. Você fala em português e ele em japonês. E, claro, todas as variações que isso pode gerar no cotidiano.

    Não se impressionem com os próximos 50 anos. A coisa só vai ficar mais rápida e incrível. Infelizmente, já que ninguém quer aprender matemática no Brasil, não vamos participar dessa revolução.

  • Filipe MacLeod

    Realmente essa geração está na maior moleza, se voltarmos bem no tempo dos antigos consoles, ergonomia não era um item importante para os desenvolvedores de joystick, hoje nem precisamos mais de um para jogar alguns jogos, como os do kinect por exemplo, aintigamente, na época do nintendinho, alguns modelos tinha aquele “quadrado” com dois botões, só de ficar jogando por 20 minutos faziam sua mão doer por horas, sem contar com os save games a cada 30 segundos, e essa turminha aí de hoje tá muito mal acostumada, antigamente a gente deixava o video game ligado de um dia para o outro para poder zerar algum jogo, torcendo para não dar tilt ou ter uma queda de energia, isso sim era ser jogador hardcore!

  • Vitor Urubatan

    Hahaha dança do dedinho!

  • Vitor Urubatan

    O bom de ter tudo fácil, é poder expor minha opinião nesse exato momento.