Um site que não é lá.

GC 72 | Em contato com o sobrenatural

Um simples arrepio, um som distante e até um rápido vulto fora do seu campo de visão, o sobrenatural está presente no nosso cotidiano e apesar de fascinante, pouco se sabe cobre ele.
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Um simples arrepio, um som distante e até um rápido vulto fora do seu campo de visão, o sobrenatural está presente no nosso cotidiano e apesar de fascinante, pouco se sabe cobre ele. Procurando respostas para o além-mundo e munidos de curiosidade e detectores EMF, Allan Pollar, Guilherme Baldi, Oliver Perez, Andrei Fernandes (Mundo Freak), Ed Palhares (Cidade Gamer) e Bruno Gunter (Podtrash) falam sobre casos sobrenaturais que deixam até os mais céticos confusos.

Vitrine: Guilherme Baldi

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MAIS SOBRE O EPISÓDIO

Nerdrops Especial #005 – O “Sussitível”, o Smurf e o Espírito Ciclista

 

SAIBA NESTE EPISÓDIO

  • Que tipo de pacto é necessário uma relação amorosa zoofílica;
  • Qual o termo correto para a ação de entortar um talher;
  • Qual o mágico tão bom que fez o truque de desaparecer para sempre;
  • Como temer um filme como E.T;
  • Quais os equipamentos necessários para filmar adequadamente um fenômeno sobrenatural.

 

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  • Capeitão Caverna

    Que filme é esse da vitrine?

  • Anderson Cardoso

    Primeiramente com todo o devido respeito ao GC e ao seu famigerado formato sensacional, gostaria de lhes pedir a licença de: mandar toda a equipe e claro no caso deste episodio a quem editou o mesmo tão bem que faça o favor, gentileza de TOMAR NO MEIO DO (Buzina)…sério não façam mais esse tipo de episodio caras. Estou até agora sem dormir, e o pior que já tenho que levantar e ainda me dói na espinha a parte dos gritos que foram colocados em pan na minha orelha, na parte que falam do elevador do povo todo grudado.

    Bom, ainda preciso terminar de escutar os outros causos mas deixo aqui um depoimento do caso da Kiss.

    Um rapaz que sobreviveu aquele incidente diz que pouco antes de tudo começar viu uma mulher muito elegante de vestido vermelho no palco rondando o pessoal e que poucos instantes ela começou a mudar sua feição e que assim que as chamas se ardiam ela começou a gargalhar muito alto e sumiu do nada daquele lugar.

    O rapaz disse ainda que não foi só ele que viu a tal mulher em depoimento a policia, aliás as outras pessoas que viram nem ao menos se conheciam. Só o que me pergunto neste tipo de situação é porque a TV ou quem cobre a coisa toda não divulga este tipo de depoimento medonho.

    Abçs!!

    • Sei não hein, esse tipo de história já teria aparecido em uma Marcia e Sonia Abraão da vida.

    • Whatsapp do Costinha

      Bem feito

  • Henrique Tavares

    Que coisa assustadora essa capa! :O É de onde?

    • É do filme Drag me To Hell.

  • Capa animada, achei foda demais!

  • Wellington Braz Leandro

    De longe o melhor GC de todos, para mim bateu o ep 36 de Mistérios do Universo. Parabéns Coisos e essa capa está linda.

  • Guilherme Sansoni

    Nunca escutei tanta buzina por causa de um bode em minha vida… hahahahah depois volto pra comentar a epicidade do cast…

    • Aguardo.

      • Guilherme Sansoni

        já comentei @guibaldi:disqus!!!

  • Gabriel Medeiros

    Passando aqui pela galera do Mundo Freak p/ deixar um forte abraço p/ todos e parabéns pelo cast.
    o/

    • Valeu @disqus_5Fj4Ds3VUo:disqus !

  • Augusto Azevedo

    OMG. baixando agora!

    • Pois baixe!

      • Augusto Azevedo

        Qual é o e-mail do Grande Coisa?

  • Guilherme Sansoni

    CARALEO!!! Tirando o cagaço e o cú do bode, um epísodio épico com uma vitrine épica(Parabéns Guizaum!!!), a edição também aloprou de dar calafrios(foi o Oliver?)… Os convidados escolhidos a dedo para o cast… sim, mesmo o Ed e o seu “sofralda”… Um dos melhores sem dúvida!!! Por um momento achei que teriam feito uma sacanagem, pois meu iTunes copiou o arquivo zuado… Teve uma hora que simplesmente falaram um trecho inteiro duas vezes e o episódio acabou do nada na última história quando a velha era arremessada do carro. Achei que fazia parte do epísodio, xinguei até por nao ter o fim da história… Fui no site e vi que foi trollagem do meu iTunes mesmo!!! Parabéns por esse episódio fodástico!!!

    • Oliver Perez

      Guizaum trilhou e “efetou” o cast. Editei o bruto das vozes. Ou seja, mérito para o gigante gentil.

      • Guilherme Sansoni

        Parabéns duplo então @guibaldi:disqus!!!

  • Agatha Gonçalves

    Olha só que vacilão esse Andrei, só conta suas tretas familiares em outro cast.
    Parabéns pelo cast, gostei muito.
    Sobre os temas, já havia escutado no Mundo Freak, mas ouvir novamente é sempre bom e o GC da outra cara para as histórias.

    Beijos

  • Jean Lucas Giannasi

    conhecendo graças ao Andrei , !Ashtar !

  • The Nada

    vou ouvir e ficarei com medo
    abs

    • Espero que sim!

      • The Nada

        po guizaum se foi vc q editou, POR QUE VOCÊ COLOCOU BARULHOS ESTRANHOS SEM SENTIDO NO FUNDO FDP!! TINGI A CUECA DE MARROM!

        • Barulhos?

          • The Nada

            vc já deu upvoted antes rapá, vem me enganar n

  • Marcos Keller

    Sou suspeito de falar, ja que integro a equipe do Mundo Freak, mas que programa bom da porra!

    No mais, racho a lata com vocês, parabén hoje e sempre!

  • Júlia Santos

    Já fiquei feliz em ver o tema, já amo vc’s demais! Daí, quando clico pra vir pra página do episódio, me deparo com um gif que me deu arrepios na época em que o vi pela primeira vez!
    cara, vc’s são uns lindos! S2

  • Ligia Duque

    Aaah que legal vocês chamaram o Andrei! 🙂 Adorei!

  • David Balotin

    Fala, caras…

    Conheci vocês por causa do pautalivre news e fala sussi. Caraca, que sensação nostálgica boa que senti ao ouvir os podcasts do GC. Uma nostalgia da época que ouvia nerdrops, do qual era muito fã e cheguei a fazer até uma fanart de um batman de cueca (nem perguntem). O podcast tá sensacional… o Guizaum, que antes era sempre convidado e nunca host, se sai muito bem como host. Os temas também são bacanas. Eu sou cristão, e tive experiência nesse nipe uma vez só. Uma vez eu estava na igreja e um amigo meu, que há muito não ia, estava lá neste dia. Ele estava relativamente distante. Eu olhei pra ele em um determinando momento e os olhos dele estavam fundos, com olheiras absurdamente grandes, dessas que a gente só vê aquela maquiagem absurda de pegadinhas. Não foi só impressão não, toda vez que eu olhava para esse amigo eu via isso. Quando acabou, tentei falar com ele, mas não consegui, porém consegui falar com outro amigo nosso que morava na mesma rua. Eles iam embora juntos. Eu expliquei oque tinha visto, nosso amigo ficou meio chocado. Eles foram embora e no outro dia me contaram que decidiram passar na pizzaria antes de ir embora pra que nosso amigo em comum contasse pra ele o que eu tinha visto. Eles comeram uma pizza e conversaram, e foram embora. Por terem ido na pizzaria eles deixaram de passar por uma rua, rua esta a qual houve um tiroteio. Enfim, tenso. Não me lembro de mais detalhes pois já fazem muitos anos que isso ocorreu, mas ainda assim, a imagem do meu amigo com as olheiras fundas e meio pálido acho que jamais vou esquecer…

    Abraços, seus coisos.

    • Caceta hein @davidbalotin:disqus, mas veja que coisa doida. Mesmo você enxergando uma coisa completamente amedrontadora, talvez o intuito fosse bom.

      • David Balotin

        Não pras minhas calças…

  • Whatsapp do Costinha

    Já que o Andrei está aqui: #WeAreAshtar

  • Whatsapp do Costinha

    Lembrando que a nova temporada chega em outubro

  • jeferson

    Apesar de ser um cagão para essas paradas de sobrenatural (digasse de passagem sou daqueles que vai apagando as luzes do corredor de casa e sai correndo) esse e sempre um dos meus temas preferidos de todos os podcasts que ouço. Sobre esse primeiro caso abordado do edifício joelma, eu lembro que teve um programa do linha direta que o próprio andrei citou, que quase morri de medo, e que na noite que assisti quase mijei na cama por não ter coragem de ir no banheiro de madrugada, da um desconto né eu ainda era criança. Procurei esse vídeo que o guizaum citou do tsunami por muito tempo, se eu não me engano ele foi citado também em um gavestatica sobre desastres naturais, na época não achei o vídeo, poderiam colocar o link no post? A edição foi um show a parte, confesso que fiquei meio puto aos 46:01 com aqueles gritos filhos da puta.

    • Ué @disqus_hTEL6wfzKB:disqus, tanto o linik do Linha Direta, quando do Tsunami estão no post.

  • Whatsapp do Costinha

    Opala é o caralho! É Impala, porra! É muito mais difícil de achar! Porra Andrei!

  • Whatsapp do Costinha

    Bvtmon Tabges Babalon

  • Whatsapp do Costinha

    Abra a boca da caverna para o Maligno

  • Whatsapp do Costinha

    Tema do Mundo Freak com o time do Grande Coisa. Vou emoldurar esse podcast

  • Whatsapp do Costinha

    As três batidas na madeira remontam à divindades celtas e gregas que moravam no troncos de árvores. Isso indicaria que você está acordando elas para te proteger

  • Whatsapp do Costinha

    Nós trabalhamos como instrumentos

  • Whatsapp do Costinha

    A difereça entre assunção e ascenção: na ascenção você sobe aos céus por esforço próprio. Nas assunção, você é levado. Maria doi levada por anjos, Enoque por deus e Elias por uma carruagem de fogo boladona. Existem ascenção e assunção tanto em vida quanto em morte. E a cidade do Paraguai recebeu o nome por conta da assunção de Maria. Tanto que a cidade recebe vários turistas em 15 de agosto, data em que, supostamente, o fato ocorreu

    • Ué, se é depois da morte também, então teoricamente todo cristão recebe uma assunção?

      • Whatsapp do Costinha

        Positivo. Mas só os high level recebem em vida, sem passar pelo sofrimento da morte, etc, etc, etc

  • Whatsapp do Costinha

    Ingrid Cold não é, necessariamente, o Homem-Mariposa. Mas, sim, um cara sem feições ou orelhas que, geralmente, aparece depois do Mothman. O nome dele foi revelado a uma menina que estava junto de um grupo de gente que foi ver um local de aparição do bicho. Lá, ela e uma amiga (e, aparentemente, ninguém mais) viram o toal Ingrid Cold. O filho duma égua revelou o nome a elas por telepatia. Então, sim, ele entra na sua cabeça

    • É o mensageiro do Homem-Mariposa então?

      • Whatsapp do Costinha

        Ou o cara que comanda ele. Quem sabe? Talvez alter-ego

  • Vinícius Simões

    Otimo Cast para o Ed participar..

  • Fabio Jesus (Xessuis)

    Foi sinistro… Mas e quanto as peças do folclore nacional? O Curupira, o Saci – lembro da memoravel entrevista do criador de Sacis no Jô Soares (https://www.youtube.com/watch?v=9zWehsRCo1I)

  • Rodrigo Basso

    Parabéns pela trilha sonora! Mano, tentei ouvir o podcast a noite, mas achei melhor deixar para o outro dia…

  • Augusto Mesquita

    Porra Guizaum,Quase me borrei enquanto ouvia o cast voltando do trabalho. Passo por uma rua deserta e mal iluminada. Mas aí vcs voltaram ao assunto de beijar o @#$ do bode e foi minha vez de assustar duas garotas passando, de tanto que eu ria…
    Eu tenho uns casos insólitos que aconteceram comigo e outros que me contaram em primeira mão. Só não sei se relato eles aqui ou se mando por e-mail.
    Por falar nisso, você podiam aproveitar e reunir alguns relatos de ouvintes e lê-los num programa especial para isso (mais ou menos o que o cast do monalisa de pijamas fazia no halloween). O que acham?

    • Podemos ler no Qualquer Coisa de repente ué, cola aí!

    • Laila Mendes

      Sdds do mona <3 Eu comecei a escutar pordcast, inclusive, por causa delas. Estava caçando contos na Internet, e achei o especial de Halloween

  • ozochs

    Cast fodastico, quero mais!

  • Morbeck

    Muito bom entrar no site e perceber que tem cast novo =). Legal ver o Andrei por aqui, comecei a ouvir o mundo freak a mais ou menos um mês, apesar de ser um belo de um medroso.

  • Curti, pakas

  • Almighty

    E a mulher de algodão, quem curte?

  • Augusto Mesquita

    Blz Guizaum, vou compartilhar minhas experiências com vocês. Mas antes, duas observações:
    1 – Vou encher o post de comentários.
    2 – Sobre o caso do edifício Joelma, que vocês relataram. Alguém fez uma brincadeira, dizendo que só faltava ter um cemitério indígena no local. Pois bem, de fato, tinha um cemitério indígena lá perto. Ele se localizava onde hoje é a câmara municipal (aquele prédio quadradão no final do viaduto do chá). De fato, depois que o viaduto do chá foi construído, era frequente as pessoas se suicidarem pulando de lá. Tanto que o lugar ficou conhecido como “suicidódromo” municipal…
    O próprio nome “Anhangabaú” significa “Rio do Espírito Malígno” ou “Rio do Diabo”. Agora, porque os índios enterravam seus entes queridos num vale onde vagava o “Pé-Preto”, não faço idéia…
    Portanto, nunca mais brinquem com essa história de “cemitério indígena” pois pode realmente ter um cemitério indígena no local.

  • Augusto Mesquita

    Certo, agora vamos aos relatos, vou começar com um levinho:
    1 – Em 2005 eu trabalhava num escritório no Brooklin. Como eu moro na fronteira com Guarulhos, eu demorava cerca de 2 horas, 2 horas e meia para chegar lá. É claro que eu chegava sempre atrasado.
    Sorte que o escritório tinha horário flexível, então, contanto que eu fizesse 8 horas diárias e entregasse os projetos no prazo, foda-se. Além do mais, eu tinha a chave do mesmo, então eu podia trabalhar até no fim de semana se eu quisesse (coisa que sempre fazia).
    Pois bem, num desses dias, eu fiquei até mais tarde, para cumprir horário e uma das coordenadoras veio até mim e falou:
    -Augusto, você vai ficar até mais tarde hoje?
    -Vou sim – respondi – Você vai ficar também?
    -Acho que vou, é que eu não queria ficar até mais tarde sozinha.
    – Mas é bem melhor trabalhar sozinho – retruquei – Sem ninguém para te atrapalhar.
    – Eu sei – ela respondeu – Mas eu não gosto quando as vozes começam a falar, não consigo me concentrar direito.
    “Maluca do caralho” pensei e não dei mais bola. Fizemos o nosso trabalho e fomos embora.
    Semanas depois, eu estava concentrado num projeto particularmente difícil e quando dei por mim, todo mundo já tinha ido embora e só estava eu no escritório. Olhei no relógio: “20:30hs” e tudo escuro lá fora.
    “Hora de ir para casa”, pensei. Deliguei tudo e me aprontei para ir embora. Só que o arquiteto que projetou o edifício estava de sacanagem: Ele colocou o quadro geral de energia no extremo oposto da porta de entrada, de modo que eu teria que desligar todos os disjuntores (procedimento padrão do ultimo que sai do escritório) e caminhar de uma ponta a outra do escritório, no escuro, até chegar à porta.
    E lá estava eu, ao lado do quadro de luz. Baixei dois disjuntores e imediatamente comecei a ouvir um vozerio ininteligível. “Deve ser no prédio ao lado” pensei. Baixei mais dois disjuntores, metade do escritório caiu no escuro e as vozes aumentaram. “Caralho, fudeu” pensei comigo mesmo, mas não podia ficar alí, parado, segurando os dois ultimos disjuntores enquanto “as vozes” ficavam cada vez mais altas.
    Não tive duvidas, abaixei os dois últimos disjuntores e toda a luz do escritório se foi. Ao mesmo tempo, corri como um louco para a porta e nesse ínterim, as vozes ficaram cada vez mais altas (agora podia ouvir claramente que estavam atrás de mim) e senti “coisas” roçando meus braços enquanto corria. Abri a porta, e fechei com uma porrada só, passei a chave e pronto: As vozes pararam.
    Prometi a mim mesmo que nunca mais iria ficar no escritório sozinho até mais tarde, mas não adiantou. De vez em quando eu precisava ficar até escurecer. Mas quando isso acontecia, eu sempre deixava a porta previamente aberta e o elevador esperando no hall.
    Mas sempre que eu ficava lá até escurecer, as vozes voltavam a sussurrar, algumas vezes antes de eu apagar as luzes, hora essa que eu achava que era melhor eu ir embora.

  • Augusto Mesquita

    2 – Lá pelos idos de 1999, eu estava fazendo o ensino técnico em Edificações, quando conheci uma garota muito especial, com a qual eu namorei pelo período de 2000 a 2006.
    Ela e a família dela eram espiritualistas (uma parte era espírita kardecista, outra parte era da umbanda, e tinha até quem adorasse o sincretismo religioso que é o catolicismo). Eu não tinha nada contra, até mesmo, participava de muitos cultos e reuniões religiosas que eles frequentavam. Mas como eu disse antes, eu moro na fronteira com Guarulhos e essa garota morava na fronteira com Cotia, eu não tinha carro, então o jeito era dormir lá quando ficava muito tarde para eu voltar para casa.
    Só que o pai dela era um homem muito tradicional. Nada de putaria na casa dele, onde já se viu? Por isso eu dormia num colchonete estirado no chão da sala enquanto todo mundo dormia em seus quartos (devidamente trancados) no andar de cima.
    Vamos aos fatos: Após uma reunião no centro religioso que eles frequentavam e que durou até mais tarde, acabei por indo dormir lá na casa da garota. Tudo bem, já tinha feito isso antes. Acabei por assistir tv até mais tarde, já que eu era o unico na sala, e finalmente fui dormir.
    Despertei no meio da madrugada sem nenhum motivo aparente, até que vi um “vulto branco” passando do meu lado. Notem que eu estava deitado no chão, num colchonete, ao lado do sofá e imediatamente cobri minha cabeça.
    O problema é que mesmo co ma cabeça coberta, eu “sentia” que o vulto estava parado, ao lado da minha cabeça, e ficava lá, parado e (eu acho) me encarando.
    “Putaquepariu, Fudeu!!!” só consegui pensar nisso. Mesmo debaixo das cobertas, eu estava rezando e fazendo o sinal da cruz, igual ao Chaves quando entrou na casa da bruxa do 71, mas as palavras não saíam direito, não conseguia completar a oração e o vulto branco parado bem perto da minha cabeça, me olhando…
    Temendo não aguentar e abrir o olhos, tive a brilhante idéia de me virar para o lado do sofá, de modo que mesmo se eu abrisse os olhos sem querer, minha cara iria estar enfiada no estofado (o sofá não tinha parte de baixo, ele era todo fechado. Senti um alívio profundo quando a idéia deu certo… Mas foi um alívio momentâneo.
    Agora que eu estava virado para o sofá, eu fiquei com o corpo totalmente de lado. Foi quando eu “senti” (sério, não sei explicar isso. É como quando você está deitado, ou lendo, ou no pc, mas percebe a movimentação à sua volta), pois bem, eu “senti” que o vulto branco andou até o meu lado e simplesmente se deitou ao meu lado.
    “PUTAQUEPAIU, AGORA FUDEU!!!!!” Quando senti o vulto deitando ao meu lado, comigo virado para ele “ESSE FANTASMA VAI COMER O MEU CU!!!!”
    Você deve estar se rachando agora, mas não foi nada engraçado na hora. O desespero tomou conta de mim: eu rezava o mais rápido que conseguia, tentava fazer o sinal da cruz, mas meus braços estavam limitados pelo sofá. Aquela presença aterradora do meu lado. Foi um inferno na terra e eu estava no meio daquilo tudo.

    Felizmente, aos poucos fui acometido pelo sono e acabei por dormir profundamente.
    No outro dia, acordei são, salvo e intacto, tudo estava em ordem. Graças a Deus!
    Não contei nada à minha namorada, mas comecei a evitar dormir por lá. Quando não tinha jeito, eu me certificava de estar ao lado de pelo menos 2 crucifixos e uma imagem de nossa senhora, só por garantia.

  • Augusto Mesquita

    3 – Nesses 6 anos de relacionamento com essa garota citada abaixo, tive a oportunidade de ver, ouvir e conhecer muita coisa que até o mais valente se cagaria (não que eu não tivesse me borrado todo, mas temos que manter as aparências).
    Essa história ocorreu depois que eu conheci a madrinha dessa garota: Uma mãe de santo que morava em Bauru, há algumas quadras daquele cemitério cujo nome eu fiz questão de esquecer (também não sei se Bauru tem mais de um cemitério, mas dou detalhes do local caso queiram saber). Pois bem, ela tem um terreiro de umbanda no quintal da casa dela e num feriadão de semana santa, minha namorada foi convocada para ajudá-la nuns trabalhos que sua madrinha iria fazer.
    Como na época eu era um desocupado sem vergonha (eu não tinha emprego fixo), resolvi ir junto para ajudá-las.
    Caras, se vocês pensam que sabem o que é o sobrenatural, procurem passar uma semana na casa de uma mãe de santo. Acontecia TODO o tipo de coisa inexplicável: Sussurros, vultos, ventanias, sensações estranhas de alguém te segurando, coisas caindo, luzes se apagando do nada, estatuetas se quebrando, tambores vindo do terreiro. Isso, sem falar das incorporações da madrinha da garota (essa incorporações eu confesso que eram as mais normais, conversei muito com diversas entidades).
    Mas a história mesmo se deu na noite antes dos trabalhos se realizarem. Estávamos nós conversando com duas assistentes de “trabalho” da madrinha da minha namorada e elas estavam contando sobre os “trabalhos” que ela ajudaram a fazer e um deles, o mais macabro que ouvi, foi mais ou menos assim:
    Era meia noite, numa semana santa, e elas tinham que entregar um “trabalho” dentro do cemitério, o cemitério que eu contei no começo desse post. Pois bem, coisa simples: entregar um trabalho num cemitério, à meia noite de uma semana santa deve ser normal pais e mães de santo.
    E foi o que ela fizeram: Pularam o muro do cemitério, entraram com os itens do trabalho e realizaram a entrega numa encruzilhada pré definida. Com o trabalho entregue e as orações encerradas, hora de ir embora. Ir embora do cemitério, naquela escuridão mórbida e naquele silêncio grotesco, mas fazer o que?
    Ao chegarem no muro de divisa, elas se prepararam para pular para fora. Quando uma delas apoiou as mão no muro, ela ouviram atrás delas: “ME LEVA JUNTO COM VOCÊÊÊÊÊÊÊS!!!!!”
    Malandro, elas disseram que quando ouviram esse grito, o corpo inteiro se arrepiou e elas pularam o muro de uma vez só, nem elas sabiam como fizeram isso. Mas assim que caíram na rua do outro lado, elas correram, correram e correram, não olharam para trás nem quando cruzaram o portão de casa e fecharam a porta com trinco e tudo.
    É claro que depois de ouvir isso, nunca mais quis saber de entrar num cemitério nem de dia, o que dirá à noite.

  • Augusto Mesquita

    Será que estou me alongando aqui e ficando chato com essas histórias? Espero que não. Tenho mais algumas para contar:
    4 – Vocês falaram de todo o tipo de acontecimento sobrenatural na vida real e nas mídias de entretenimento, mas não falaram nada sobre casos de sonhos insólitos. Mas eu tive um sonho uma vez que me deixou pensativo por muitos dias sobre o ocorrido, vamos lá:
    Poucos anos depois de ter terminado meu namoro, eu resolvi sair debaixo da asa de mamãe e me aventurar pelo mundão afora. Eu já trabalhava e fazia faculdade, portanto eu precisava de um espaço só meu.
    Acontece que nesse período eu nunca conseguia ficar muito tempo morando num mesmo lugar. Não, não era por causa de assombrações e demônios não, era porque salário de estagiário era uma merda mesmo…
    Mas finalmente consegui um lugarzinho barato, com bastante espaço para mim, meus pertences (que cabiam numa mochila) e uns poucos móveis. Depois de tudo arrumado, tudo limpinho, hora de dormir para trabalhar no outro dia.
    O quarto deste lugar tinha janelas viradas para a rua, e como ficava num andar acima, tinha um poste cuja luz incidia diretamente para o unico lugar onde cabia a cama… Merda, como é que eu vou dormir com a luz do poste na minha cara à noite toda? E não dava para fechar a janela, pois era verão e o calor estava foda.
    Mas finalmente fui adormecendo. Foi nesse instante que a vozes começaram. AS MALDITAS VOZES DENOVO! Rapidamente me lembrei do escritório amaldiçoado: “mas agora estou bem embaixo da luz, estou salvo” pensei comigo mesmo. Acontece que, além das vozes, eu comecei a ver alguns “tentátucos” de sombra, descendo beeem lentamente pela janela, diretamente para onde eu estava. “Só pode estar de brincadeira”, pensei em me levantar, acender a luz e algumas velas, porque não era possível!
    Mas quando fui me levantar, percebi que não conseguia me mexer. Quer dizer, eu conseguia mexer meus braços e minhas pernas, mas não conseguia levantar o tronco.
    E a porra do interruptor estava bem ao meu lado, um pouco acima na parede.
    Agora imagina o desespero: Sem conseguir me mexer direito, tentando desesperadamente alcançar o interruptor, com a vozes aumentando e as sombras escorrendo para cima de mim. “porra, porra, porra, porra!” só pensava e esticar mais e mais o braço, mas nunca alcançava o interruptor, enquanto isso as vozes aumentando, as sombras chegando mais perto, o coração disparado e eu naquela situação de merda me perguntando o que eu fiz para merecer tudo aquilo.
    Foi então que eu parei de usar o braço para alcançar o interruptor e resolvi usar a perna. Claro! Ela é mais longa! Joguei a perna como pude, de modo a acertar o interruptor e finalmente consegui!
    Mas aquela porra não era um interruptor e sim uma tomada. “Caralho, só me fodo nessa porra”, Pensei que seria o meu fim.
    Num acesso de frustração e desespero, reuni toda a minha força para tentar me levantar e correr até um interruptor de verdade e foi exatamente o que fiz: Dei um impulso Homérico e conseguir levantar.
    Assim que levantei, pulei da cama e corri em disparada para a parede do outro lado do quarto. Quase que ao mesmo tempo, as sombras caíram bem onde eu estava e “correu” atrás de mim.
    “A luz, a luz, a luz, aluz!” pensava enquanto corria os poucos passos que separava a cama da parede, a sombra atrás de mim, pequenos passos que pareciam uma maratona, o coração saltando pela boca, até que finalmente cheguei no interruptor e, com júbilo e esperança, dei um tapão forte no interruptor e faça-se a luz!
    Mas a luz não acendeu. “Oh, putaquepariu,,,,” pensei enquanto a sombra me alcançou e….
    O celular tocou.
    Acordei sobresaltado, assustado, desorientado, e o celular tocando.
    Peguei o celular na cômoda, acendi a luz e atendi:
    “Alô, a fulana de tal está?”
    “Não tem ninguém com esse nome” respondi, sonolento.
    “Desculpa, foi engano então”.
    “Não tem problema, tchau” – Desliguei a chamada e olhei o relógio: 3:17hs…
    Voltei para a cama e dormi igual a chumbo.
    Na manhã seguinte, a caminho do trabalho, enquanto eu repassava o sonho assustador que tive, eu fiquei imaginando: “Quem é que liga às três da manhã de um domingo, para outra pessoa e por engano!?!?!”
    Não sei quem foi, mas seja quem for, me tirou de uma enrascada das bravas.

    P.S: Vou parar por aqui, caso queiram mais algumas histórias, é só pedir.
    P.P.S: Se alguma dessas histórias for digna de ser lida no qualquer coisa, eu gostaria que tocassem “Season in the Abyss”, para combinar com esse período bizarro da minha vida.

    • Guilherme Sansoni

      Cara… ainda não li seus comentários… hhahahaha tão imensos…. espero que eles viram parte do próximo Qualquer Coisa, pois deve ter causos ótimos né @guibaldi:disqus

    • Laila Mendes

      Cara, vc precisa de um banho de arruda

  • Caio German

    certeza que vou me cagar depois… mas estou baixando =p muito massa o podcast de voces. espero voltar pra fazer o feedback kk

  • Laila Mendes

    Esse tipo de temática sempre me empolga T-T
    E eu também tenho um causo para compartilhar..
    Quando era mais nova, tinha o costume de andar pela casa de madrugada(criança gorda sempre atrás de comida) e o meu quarto fica numa ponta do corredor, a sala do outro e a cozinha no caminho. Quando levantava de noite, sempre via alguém sentado no sofá da sala, uma mulher. Isso era recorrente, nunca senti medo nem nada. Eu fui parando de acordar essa hora e nunca mais vi.
    Essa lembrança cada dia mais fica dispersa e já não sei se eu realmente via algo, ou era somente um sonho.

    PS. Toda vez que tento entrar aqui, dou Page view prum tal de grandecoisas.com.br

  • Marco Oliveira

    Ouça com fones…

    Esses “sons” que foram colocados no fundo… tema de filme de terror, com direito aqueles calafrios ! hahahaha

  • Jessi Zanelato

    14 minutos e não consigo mais ouvir. Esse som no fundo SOCORROOOOOOOOOOO

  • Parabéns pelo podcast! Conheci vocês pelo pautalivrenews e achei muito bom! Podem ter certeza que ganharam mais um ouvinte!

    Abraço!

  • Vitor Urubatan

    Bora ouvir! Rsss agora falta pouco!

  • Vitor Urubatan

    Cara excelente o episódio!
    Acho um barato quando a galera fala dessas paradas sobrenaturais.

  • Caramba, conheci o site por um acaso e percebi que uma postagem que eu fiz em meu finado blog (sinistro ao extremo) foi linkado por aqui e isso me deixa muito orgulhoso, obrigado!

    Victor Ramide
    pocadesangue.com.br

  • Gustavo Assis

    Legal já comecei cagado a merda do podcast já veio com nota no media player….

  • Tem uma entidade chamada “Cafépouco” Nego se c4g4 de achar um bicho deste. . .