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GC 85 | Histórias sobre nossos pais

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PAIÊ!

Uma família que se preza precisa de alguém para ensinar as crianças as fazer cagadas, muitas vezes, estes seres humanos iluminados se chamam pais. É por isso que Guilherme Baldi, Oliver Perez, Doug Lira Js Neto e Bruno Gunter (PodTrash) reúnem-se para comentar as histórias de casos sobre nossos queridos e amados papais.

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  • O Abdominável Aécio Das Neves

    Esse promete! ótimos convidados!

  • Vinicius Gustavo

    Que Ep. Lindo de Bonito ! kkk Ri muito com o pai do Oliver…

  • Jacarepaguá – FÊNIX Reptiliana

    Curti o episódio ein… Lembrando o Grande Coisa de várzea, raiz e pá…

    • Grande coisa maroto, moleque

      • Jacarepaguá – FÊNIX Reptiliana

        Dos tempos que dondon jogava no andarai…

      • Pés descalços.

  • Felipe Pereira

    Epiodio fantástico! Só faltou colocar no post a foto do São Francisco. Quero muito ver isso!

  • Brunno Costa

    Fala coisos e coisas, boa tarde.
    Meu nome é Brunno Costa (não, ñ sou o cara do cinéfilos e nem do canal 42).
    http://www.brunnocosta.wordpress.com // http://www.facebook.com/brunnocosta.rie
    Moro no RJ, 34 anos. Organizador do Podcast in Boteco (encontro de podcaster e ouvintes do RJ) e queria contar sobre meus pais.

    Meu pai, o “Almirante”, é um oficial aposentado da Marinha e o responsável por esse meu senso de respeito e patriotismo. Ainda lembro com alegria e orgulho das vezes em que ele me levava pra escola vestido com sua farda branca. Meus amigos e os pais deles ficavam olhando admirados para aquele baixinho Fardado. Por causa dele que eu entrei pra Marinha e me formei Fuzileiro Naval.
    Minha mãe sempre foi minha conselheira, puxando a orelha e dando colo quando eu precisava. Infelizmente, depois de 3 duros anos, perdemos a luta pro câncer em Junho de 2015 e até hoje eu sinto falda dela reclamando de andar descalço em casa ou do quarto desarrumado.

    Agradeço a equipe do grande coisa pelo excelente programa e desejo a todos um grande sucesso.

  • AllabamaMan

    Não sei qual dos meus pais era pior.
    Meu pai que quebrou a perna na copa e acordou com um mendigo conversando com ele dentro de casa, ou minha mãe que ficava escondida no canavial dando tiro de chumbinho nas pessoas.

    Ou o combo dos dois que me levou em um pedalinho furado, eles pedalando e eu tirando água do pedalinho com a mão pra não afundar.

  • Queridos Coisos, olá!
    Passei rapidinho para dizer que durante a tarde de hoje ouvi o episódio no trabalho e que não me segurei e ri muito mais alto do que o habitual. Obrigada pelos momentos divertidos, essas histórias do pai do Oliver e do pai do ‘minino, tome um ovo de codorna’ (o Douglas) me fizeram rir tão alto, que várias vezes tive tapar a boca com as mãos para não sair gargalhando na sala de trabalho. Sem contar os olhares desconfiados dos colegas, que não sabiam ou imaginavam o motivo pelo qual eu ria para inocentes planilhas na tela do computador. Ainda devo um email completo para vocês. Espero que o Guizão consiga gravar mais histórias do pai dele, ouvi aquelas que soltou na virada do ano e achei ótimas! Não tenho histórias de pai para compartilhar, pois só tenho mãe, então aguardarei o episódio das mães. ahahahahaha Bom, é isso. Abraços a todos e obrigada pelos momentos desestressantes que me proporcionam atualmente! (acho que estou fazendo um grande-coisa-terapia, rsss)

  • Wellington Braz Leandro

    O que falar do pai de Oliver e do de Douglas que não conheço mas já considero pakas? Ótimo cast, foi fodasticamente foda.
    O que vou contar aqui nunca contei para ninguém, pois tenho muito orgulho do meu pai e ele não gosta de contar muito os casos da sua vida mas isso foi muito loko.
    Na juventude do meu pai no auge dos 23 ano de idade, ele servia a PM de Pernambuco e sempre estava praticando exercícios, o que ele mais praticava era Boxe. Então na academia onde ele praticava resolvel organizar um evento de boxe mas esse evento era igual a primeira luta do 3° filme de Rock, um evento para arrecadação e doação para a casa dos idosos.
    Meu pai foi escolhido para lutar com um lutador da cidade vizinha de Caruaru mas parece que ninguém avisou esse lutador que o evento era um show ou ele foi para lutar de verdade. A luta começou, meu pai foi brincando, dando um soquinho aqui, outro ali e do nada o adversário deu um gancho nas costelas e um soco na supercílio direito do meu pai que foi a lona. Meu pai se levantou, olhou nos olhos do adversário e falou – É valendo é? Com isso o meu velho deu dois ganchos nas costelas do adversário e um soco no maxilar que deslocou o mesmo ganhando a luta no primeiro round e levando todos a loucura.
    Hoje ele tem orgulho de mostra a cicatrize mo supercílio direito e contar essa história a todos.

    • Ricardo Alves

      parabéns. hahahahahahaha que velho roots

  • Ricardo Alves

    Olá coisos queridos, Vocês se superam a cada ep. Então vamos lá contar umas peripécias do Seu Almir.

    A engraçada:

    Fomos a praia e como é normal a qualquer pai nascido na década de 40 eles bebem e muito. O meu não foi diferente. O seu Almir era conhecido na minha rua como o zeca pagodinho. Pra por a cereja no bolo de merda ele era CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO DA FORÇA AÉREA BRASILEIRA. Nessa tarde de sol e mar, ele já estava mais doido que o bozzo e foi dar uma mijada na água. Aquela que ele entrava com a cerveja na mão mar adentro e páááá. Ele estava tão bêbado que veio uma marola na altura do joelho e o derrubou. Nisso eu fiquei chorando de rir vendo um veinho completamente bêbado, rolando pra frente e pra traz na água, onda atras de onda, mas com um detalhe. A CERVEJA PRA FORA D´ÁGUA. Tal qual um periscópio de Submarino. Corpo rolando, perna pra cima, barriga pra fora d´água, mas a mão da cerveja pra cima. Recomposto do tombo e das rolagens ele levanta, dá aquela assuada no nariz de dedão em uma narina e o jato de ranho pelo outra. Dá um pulinho(que até agora eu não sei pra que serviu), bica a lata e com um sorriso de ponta a ponta no rosto vira pra gente e grita:

    – Ainda tá boa, não entrou água.

    A de bar:

    No boteco do bairro ele gostava de jogar sinuca, beber e flertar com as transeuntes. Certo dia estávamos no bar, ele e os amigos como sempre na porta do boteco reparando na mulherada. Passa uma ajeitadinha e eles todos naqueles comentários dignos da construção mais desqualificada da cidade soltam o verbo. passa outra e mais um pouco daquilo tudo, chega outro amigo com os filhos, e é só mais gente na porta do boteco. Até que passa(Vamos chamá-la de rita) a Rita, Morena espetacular de pouco mais de 25 anos, aquele corpo de violão da década de 80(nada de paniquete, mais uma isadora bibeiro) e meu pai solta o verbo. Um dos filhos do amigo do meu pái que havia acabado de chegar abaixa a cabeça e vai de encontro a menina. Dá um beijo e despede do pai e do resto da turma, Seu Almir na mais pura sinceridade vira para o pai do garoto que já estyava a dizer:

    – Po almir é a namorada do meu menino, o garoto ficou sem graça.
    – Ele que dê uma surra de piiiiiiii nessa garota, porque eu só falei e você do jeito que olhou pra ela na hora deve estar pensando em fazer tudo aquilo.

    Passados meses soubemos que o amigo do meu pai realmente estava de sacanagem com a nora. O que meu pai fala?

    – Eu não sei se eu profetizei aquilo ou se plantei a ideia na cabeça dele.

    O Chevete:

    Assim como o pai do Oliver o meu também era tarado por chevetes. Certo dia estávamos em um churrasco na casa do meu irmão e pra variar ele ficou bêbado. Dessa vez bêbado ao ponto de não conseguir dirigir de volta pra casa. O que passa na cabeça dele? Vamos por o menino de 12 anos no volante e deixar ele levar o carro pra casa(Ele havia me dado 3 aulas de direção).
    Resultado, bati o carro. Ele pra meu espanto, ficou mais preocupado com o que a minha mãe ia fazer com ele quando soubesse que eu havia batido o carro, dada a embriagues dele do que qualquer outra coisa. Me fez voltar pro banco do carro, dirigi até o shopping da cidade, compramos um liquidificador novo pra minha mãe(que ela havia pedido pra ele a tempos), voltamos pra casa e ele contou pra veinha que haviam batido no carro quando estávamos comprando o liquidificador novo.

    Esse é o seu Almir.

  • Inoue

    Esse episódio foi massa,os pais de vocês são fora do comum.
    Vida longa e próspera.

  • Diego de Paula

    Mais um excelente episódio!!

  • Diego de Paula

    Aliás, poderia colocar uma meta no patreon… um bate-papo com os pais do Doug e do Oliver!

  • Eduardo Romanos

    ótimo episódio caras!

  • Richelly Italo

    Bom, tenho uma historinha…

    Meu pai trabalha consertando aparelhos eletrônicos (tv, rádio).
    Daí um dia ele me chamou para segurar uma placa de uma tv pra ele lavar com solvente, na época, eu tinha 9~10 anos de idade … beleza.
    Segurando lá de boas, ele foi jatear (o solvente estava num frasco daqueles de óleo singer) pressionou com força, a ponta do frasco estava com um furo na lateral, e caras… o solvente entrou full no meu olho. Manos, que dor miserável e latejante, chorei “bagarai”, e como se não fosse verdade, isso ocorreu outra vez e pelo mesmo motivo, um furo na ponta do frasco, na terceira ele testou ante e não voltou a acontecer.
    Mas, velhos, essa foi a maior dor que já senti.
    Quando assistir ao filme O Demolidor (do Ben Affleck) foi o que mais me lembrei na época.

    Mas, diferente dele, consigo enxergar de boas.

  • Maurício Birochi Sarti

    Fala grandes Coisos, ouvindo as estórias de vcs me lembrei, meu pai costumava me levar para os lugares que ele ia nos fins de semana e certa vez ele me levou a um matadouro, isso mesmo, levou o filho de 8 anos para ver porcos, gado e carneiro serem mortos.
    Foi o pior passeio de minha vida. Lembro bem até hoje, mas no final até que o churrasco que ele fez em casa depois estava ótimo kkkkk.
    Um grande abraço e vida o Chevette afinal eu tive um.

  • Wesley Fuzinatto

    Episódio muito bom.

    • Wesley Fuzinatto

      Agora me ocorreram duas coisas. Primeiro se os pais de vocês escutam o podcast. Segundo como ficariam as histórias se lhes fosse dado direito a ampla defesa. Se algum topar dá pra incluir nos hangouts.

      • O meu pai eu sei que não ouve. E mesmo assim, eles não são familiarizados com internet.

        • Wesley Fuzinatto

          É uma pena

  • Senhores, um dos episódios mais engraçados que eu já ouvi, ri muito com o programa, essas histórias são sempre muito legais.
    Parabéns pelo episódio, que venham episódios com pautas simples e preciosas como essa.
    Sensacional!
    Abraço

  • Vitor Urubatan

    Que alegria! Sexta-feira para rir um pouco rsss.

  • Agatha Gonçalves

    Doug Lira … Já tô rindo antes de ouvir hahaha

    • Romenigue Igor

      Quando li o tema já fui correr pra encontrar o nome dele na lista de participantes haha

      • Agatha Gonçalves

        hahaha se ele não estivesse o cast não seria a mesma coisa.

        • Romenigue Igor

          Sim ! Já já vou escutá-lo imitando o pai dele. “Ô dôgla” ahahaha

          • Agatha Gonçalves

            Puta merda hahaha
            O PIOR é você ler com a voz que o Doug faz!

          • Romenigue Igor

            Já era. Impossível não lembrar da voz hahaha

          • O pai do Oliver foi quem brilhou neste episódio também.

          • Romenigue Igor

            Ainda não escutei, Guizaum. Estou um ep do GC atrasado =/ Vou escutar o “Coisas para se fazer depois de morrer” hoje !

          • Agatha Gonçalves

            Verdade haha

  • Agatha Gonçalves

    Oláaaa Grandes Coisos, que saudade de vocês.

    Eu tenho uma história “vergonha” do meu pai.
    Isso deve ter acontecido a uns 8 anos atrás. O meu pai sempre soube tudo de construção e ele é pau pra toda obra, então foi ele quem projetou e fez a nossa casa com auxilio do meu avô (pai dele) e de alguns dos meus tios. Minha casa é um sobrado, então com o auxilio desses parentes eles fizeram o térreo e as paredes do segundo andar ele ergueu sozinho, mas chegou na hora de fazer a laje, ele não iria conseguir dar conta de tudo, então ele chamou os amigos do trabalho. Ai começou a festa. Junto com os amigos veio um monte de cerveja, churrasco e um whisky que meu pai tinha guardo por no mínimo uns 30 anos. Eles finalizam o trabalho e logo após veio o churrasco em comemoração da laje, todos os amigos do meu pai beberam, mas ele foi o único que começou a dança, falava alto, abraçava todo mundo e no final das contas vomitou no sofá e depois no colo de um dos amigos dele. Foi parar no hospital para tomar glicose, quando deu o horário não queria ir embora e saiu correndo dentro do hospital e deitou em outro quarto que só fomos achar ele depois de muita busca.

    Essa é uma das histórias de cachaça do meu pai.
    Mandaram bem nesse cast, parabéns.

    E o Doug, junto com o pai dele, foram ESSENCIAIS para esse cast iuhaushIAHisuHAs

    Beijooo

  • ozochs

    Hello Hello Coisos!

    Como sempre fodastico cast. Como disse ao Oliver, faltou o pai dele falando algo como virgula sonora…hahaha.

    Meu pai também é daqueles que chama o nome de todos, menos o meu. Isso porque meu nome é igual ao dele.

    Houve uma situação quando era criança, onde estávamos todos andando pelo bairro da casa da minha vó a noite depois de uma quermesse, eu, meu pai, irmã e madrasta, quando meu pai percebeu alguém seguindo. Ele pediu para minha madrasta seguir na frente com a gente enquanto ele ficou para trás. No caso era um assaltante. Ficamos de longe vendo a cena sem pode fazer nada. Quando de longe vinha uma galera correndo com “tochas” nas mãos na direção deles. Resumo. Meu pai correndo junto com o assaltante pela avenida, estilo Caçada ao FrankenStein. Meu pai percebeu ( ou arriscou ) que não era com ele, e derrubou o cara. Foi sabido que o “Frank” já tinha assaltado outras pessoas ali perto e o povo foi a caça. E toda vez que essa historia acontece numa conversa, um PONTO novo surge, mesmo eu estando la no dia algo novo aparece…rs

    Até a próxima minha gente!

  • jpgpuera

    episódio sensacional.

    A história do pai do Doug falando do puteiro foi foda, ainda mais quando ele emenda: oxê eu encontrava seu pai lá direto…

    pqp é o cumulo da vergonha alheia.

  • Vitor Urubatan

    Pow estou com problema no arquivo zipado.
    Não consigo descompactá-lo.

  • Romenigue Igor

    Escutei o ep ontem e achei sensacional a homenagem, de verdade.

    O pai do Oliver é tão icônico quanto o pai do Doug. Entre vozes e sotaques conseguiram arrancar várias gargalhadas.

    Este episódio com certeza servirá como propaganda para atrair novos ouvintes.

    Parabéns coisas e coisos !

  • Ryüjin

    saudação coisos
    ótimo cast, ri muito a cada vez que me identificava com as pérolas contadas.
    pensando sobre isso e realmente surreal lembrar da época em que eu ganhava dinheiro do meu pai para comparar bombinhas, ia para ele comprar cigarros, tomava gole de cerveja durante os churras de família ou da vez em que meu pai chegou um um 38 de brinquedo em casa todo feliz com o presente só para ser achincalhado por minha mãe quando viu o potencial fecal da brincadeira.

  • Yonami Paulo Teles

    Olá coisos e coisas.

    Esta é a primeira vez que escrevo pra vocês, mas já acompanho o cast desde o ano passado. Caras, rachei de rir com esse cast e claro, não poderia deixar de compartilhar umas histórias com vocês:

    Em casa sempre tive a figura paterna vista nos meus tios, e um desses tios era mais próximo, então era praticamente meu pai. Como comecei a morar com minha mãe (não mais na casa dos meus avós), lá pelos meus 20 anos, tempo de internet, msn e tal, uma vez meu “pai” me liga às 5 da manhã:

    – Aí bicho, tá acordado?
    – Agora estou :v
    – Me diz uma coisa, como eu faço pra ligar a webcam desse notebook?
    – Não sei pai, o msn configura sozinho se fur embutida…
    – Ah, é que eu tô tc com uma mina do RS e quero fazer sexo virtual com ela.

    Não satisfeito… anos depois fui atropelado no centro da cidade, mas tipo foi coisa leve, o motorista me levou no hospital, etc. Mas por algum motivo… não fizeram raio-x nem nada, e eu fiquei crabreiro demais. Minha mãe ficou desesperada, parentes e amigos ligando se eu estava bem, e nada desse “meu pai”, aí eu penso – pô, vou ligar pra ele e falar. Aí beleza, avisei e tal.

    Meu “pai” sempre teve o PÉSSIMO hábito de achar que as pessoas funcionam no mesmo horário que ele, então umas 4 e meia da manhã, ele bateu lá em casa… depois de sair de uma balada, com uma gostosa que devia ser pelo menos uns 30 anos mais nova que ele. A menina toda sem jeito perguntando se eu era filho dele… e ele falando “porra bicho, ouvi dizer que tu foi atropelado” (claro, eu que falei pra ele….)

    Aí eu peço “pai, mais tarde o senhor pode me levar no hospital do plano pra tirar um raio-x, só por segurança?” aí ele combinou e fomos lá de tarde fazer esse exame. Enquanto isso, vários amigos ligando pro meu celular, perguntando como eu estava e tal, aí uma hora, na fila do exame (passados 15 minutos de espera) ele pergunta:

    – vai demorar muito isso aí…?
    – não sei pai, acho que não…
    – beleza, porque ainda quero ir pra casa ver o jogo do vasco…….

    Velho……

  • Keera Moon

    Sensacional, sou fã do pai do Doug e sempre me choro de rir com as histórias dele. Agora, depois de ouvir as história de vocês, pois fica difícil escolher qual dos pais é mais figura.
    Meu pai (que faleceu em 2013), também cearense, era cheio de contar histórias e causos como se fosse a maior verdade do mundo. Uma vez viajei com ele pra Fortaleza e ele ficou parça dos outros passageiros do ônibus, e passou a viagem nessa de contar histórias mais estranhas, sempre usando “conhecidos” como personagens. Anos depois, assistindo os melhores momentos da Globo do programa do Chico Anysio, e quando passou o quadro do coronel Pantaleão,o cara uma das histórias que meu pai contava. O velho era o maior plagiador.
    Adorei o programa.

  • Berserk Griffon

    Sábado passado passei mal e fui pra emergência do hospital e tomei soro, quando o soro acabou pedi pro meu pai: “chama a enfermeira pra tirar o soro”, ele respondeu: “Deixa que eu mesmo tiro, já fiz muitas vezes isso!”. Ele tirou a agulha do soro, mas não tinha a tampinha, ou seja, meu sangue começou a voltar, fiquei sangrando até a enfermeira chegar.

  • Morbeck

    Vocês são fodas e esse podcast ficou sensacional de mais, puta que pariu, me diverti muito ouvindo. Depois de ouvir os áudios que o Guizaum gravou do pai dele, esse episódio ficou até mais legal. Eu geralmente não sou de rir muito ouvindo podcast, mas nesse eu ri pra caralho.

    Aqui em casa somos eu, Rafael, e minha irmã, Gabriela, ai minha mãe as vezes chamava o nome errado e percebe o erro no meio, então sai algo como ….GA RAFA.
    Minha sogra diz que na casa dela eram 7 filhos que a mãe dela as vezes chamava o nome de 6 até chegar no nome do filho(a) com quem ela queria falar.

    Cadê a foto do São Francisco que o pai do Neto fez?

    Vocês contaram a história da fórmula 1 e devem lembrar que Tourinho já bateu punheta vendo jogo de futebol.

    Não tenho uma história engraçada, pelo menos não lembro, meu pai é meio igual ao do Doug, fechadão e tal, mas tenho boas lembranças de momentos com ele, tipo, de jogarmos futebol de botão juntos. Eu comecei a torcer pro São Paulo muito cedo, como sou de 90, acho que foi por que vi o auge do São Paulo de Rai. Uma vez meu pai chegou em casa e depois de um tempo e me gritou falando assim “Rafael, você andou comendo chocolate no quarto? ta cheio de formiga aqui, venha ver” e eu cheguei lá e tinha uma camisa e um short do São Paulo na cama, cara, como eu fiquei feliz vendo aquilo, nossa, chega estou com os olhos mareados ao escrever isso, foi uma parada emocionante e sensacional.

  • Vitor Urubatan

    Meus caros fantástico o podcast.
    Infelizmente só pude ouvir a poucos dias atrás.

    Mas devo dizer que engolir risadas durante a madrugada para não acordar a senhoria toda, foi foda.

    Bom, meu pai já me contou algumas loucuras que ele fazia quando criança. Uma das histórias foi quando ele e uma molecada passaram a improvisar arco e flechas para uma “brincadeira bem saudável”.

    O torneio de arco e flecha com os “amigos”, no qual cada um deveria atirar um nos outros com um arco (Improvisado) uma flecha (Improvisada).
    Ficavam uma distância considerada os dois oponentes. E a regra era não sair do lugar independente se a flecha ia acertar ou não.
    É claro que com material improvisado a galera não conseguia atirar nem um metro de distância. Até quem um dia meu velho atirou e a flecha tal como um arqueiro medieval, a mesma rasgou o céu até o outro oponente. Mas o maluco não é bobo nem nada saiu do lugar onde estava, e se não tivesse o feito a flecha pegaria (Pasmem) bem no joelho do malandro.
    Pois bem, meu pai ficou puto com o cara e saíram na porrada ali mesmo. Segundo meu velho ele quebrou as regras, teoricamente deveria tomar a flechada.

    O engraçado que perguntei para ele.
    “Mas se fosse contigo pai, tu ia ficar ali e tomar a flechada na perna?”
    Ele virou para mim uma cara de assustado.
    “Tá maluco, não sou burro!”

    Rsss bom enfim.
    Apesar das diferenças, eu sempre vi meu pai com um super herói. Hoje nos vemos muito pouco, mas é mais por conta da minha personalidade não ser tão apegada. Mas realmente é um cara que amo de verdade.