Um site que não é lá.

GC 93 | Constrangimentos para a vida toda

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O QUE FAZER EM UMA SITUAÇÃO DESSAS!?

Neste episódio, Oliver Perez, Guilherme Baldi, Js Neto, Anderson Peroty e Mau Faccio (Jovem Nerd, Site do Mau e Pauta Livre News) falam daqueles rápidos constrangimentos que nos perseguem no breve momento entre a vida e a morte que torna nossas vidas uma eterna vergonha alheia!

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  • Quem?

    SSSSSSSSSSSSIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM!! Finalmente saiu o grande coisa… Com o Saco Ruivo!!

  • Quem?

    Esse programa se comunica bastante cmg… T-T

  • “Pode parar por aí”, com certeza foi a melhor parte do cast hahahahahahha

  • Ow, dar aquele tropicão na rua é uma das coisas mais idiotas e ao mesmo tempo vergonhosas de acontecer. Dá uma raiva fdp quando acontece, sem falar que você fica com a aparência de quem não sabe andar.

    Essa história de degrau lá em casa é diariamente. É um sobrado e o penúltimo degrau na subida, segundo na descida, é consideravelmente maior que todos os outros da escada. O QUE É UM INFERNO. Eu uso aquela escada todo dia há quase um ano e sempre, todos os dias, eu tropeço na merda do degrau, tanto subindo como descendo, mesmo estando ciente dele ali. Uma bosta.

    Bom programa.
    Abs.

    • UHuhauhauhauh isso é uma merda mesmo. Você se sente muito burro.

  • Ricardo Alves

    Preciso compartilhar três momentos da minha vida.

    O primeiro foi na época da faculdade em que eu estagiava, eu comecei a passar mal no ônibus na volta. Tive de dar sinal no meio do caminho, entre dois pontos e comecei a imitar a mina do exorcista antes do ônibus parar ou mesmo da porta abrir. Desci, terminei, dei aquele sinal pró motorista ir embora ouvindo todo tipo de gritos de zueira da galera.

    O segundo foi no meu primeiro di de emprego no INPE CPTEC. O chefe pede pra galera virar as cadeiras e fazer um círculo para ter aquela mini reunião. A hora que eu tentei me virar meu cadarço enrroscou na cadeira e eu caí de quatro no meio da roda.
    O terceiro foi o primeiro dia que fui na casa dos meus sogros, tive uma caganeira daquelas, passei vinte minutos no banheiro e tive de voltar com a maior cara lavada pra sala e soltar aquela: nossa, eu devo ter comido alguma coisa ruim. Muito prazer em conhecê-los mas preciso ir embora.

    Abraço meu camaradas e sucesso.

    • Nossa mano, deve ter lavado o busão =(

      • Ricardo Alves

        Acho que a companhia deve ter jogado fora aquele busão, ou ao menos trocado a escada e portas de trás.

  • Olá, queridos coisos.

    Quero agradecer este episódio maravilhoso.
    Eu passei uma quinta e uma sexta feira muito ruins e ao ouvir o podcast na volta para casa, durante o trânsito, vocês me fizeram rir e trouxeram minha alegria de volta.
    Obrigada mesmo.

    Agora, sobre histórias de constrangimento, tenho algumas:

    – Tentar entrar num carro que não era meu, pois era da mesma cor e modelo (época de TCC fez isso acontecer comigo). Imaginem a cena: eu tentando virar a chave num carro de outra pessoa e reclamando que a porta não abria. Fui alertada por um colega, que ia de carona, que aquela placa não era do meu carro. Para piorar, eu conhecia o dono do carro, que felizmente não chegou naquela hora.

    – Já chamei uma professora de mãe. Já chamei um professOR de mãe (Esse dia foi engraçado, confesso).

    – Uma vez marquei de sair com um namorado e o ponto de encontro era na plataforma dos guichês da rodoviária do Tietê. Ele veio todo sorridente para me abraçar quando me viu e eu passei reto porque não o vi, esta procurando por ele e não o vi.

    – Em um show do Nightwish, fui passar por uma pessoa e disse: “Com licença, moça.” Era um rapaz usando um kilt e que tinha longos cabelos. Ele me olhou bem indignado. rs

    Bom, que me lembro é só isso.
    Obrigada pelos bons momentos.
    Abraços a todos!

  • SHIRLEY

    Claro…propício…
    Comecei a ouvir este podcast por esse episodio que traduziu esse inicio.
    Estava eu, ouvindo o episodio no onibus, com fone de ouvido no ultimo volume, pois a intenção é não ouvir nada alem do que eu quero…enfim…
    A coisa começou a ficar fora de controle, estava segurando a risada no limite, até que teve um momento que gargalhei…não sei exatamente o volume da gargalhada, mas acho que assustou, porque todos me olharam com cara “essa é louca”, até a moça que tava do meu lado levantou, mas eu pensei “o que é um peido pra quem ja ta cagado?” Dai não parei mais de rir e cheguei no trabalho com uns 300 abdominais feito de tanto que minha barriga doeu.
    Parabéns pelo pod, e fica um abraço a todos, dessa ouvinte que agora acompanha o pod de vocês, mas não é grande coisa!