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Resenha | Amizade Colorida

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Ah, os romances modernos… Tão cheios de novidades, hoje é tão difícil definir se aqueles dois estão namorando, ficando, transando, brincando de casinha, casado (esse hoje em dia é mais difícil ainda de se achar), e é quase isso que mostra “Amizade Colorida”.

Como o título já sugere, o filme mostra um casal de amigos (Mila Kunis e Justin Timberlake), que depois de se decepcionarem com relacionamentos sérios e sofrerem com a falta de sexo (quem não sofre?), resolvem se comer. Não há muito o que dizer, senão, como em toda comédia romântica, estrago o final.

Justin Timberlake levando uma pintada no rosto

Mas não quer dizer que o filme é ruim, aliás, é uma grata surpresa, já que esse ano teve “Sexo sem Compromisso”, filme com a história bem parecida com esse, só que a diferença, é que aqui acreditamos que os personagens principais são amigos. E sem falar que temos um belo elenco de apoio. Aqui temos Woody Harrelson como um colunista homossexual de esportes da revista GQ. Temos aqui um roteiro cheio de tiradas engraçadas, muitas sacaneando comédias românticas em geral.

Mas como nem tudo são rosas, ou sexo, no caso, o filme começa a apostar na fórmula que é tão sacaneada ao longo do filme, o que é uma bela de uma escorregada, mas o longa se recupera rapidamente, embora continue apostando naquela famosa fórmula citada.

O filme é leve, despretensioso, engraçado, sexy, moderno (sem aquela história de “ó, meu príncipe encantado”, claro que tem suas escorregadelas, mas a química entre Kunis e Timberlake, juntamente com a direção segura de Will Gluck, do excelente “A Mentira”, com Emma Stone, que faz uma ponta no filme), fazendo com que o filme continue “em pé” depois dessas derrapadas, deixa “Amizade Colorida” um filme leve, divertido, perfeito para matar o tédio.

Nota: 7,5

  • Marisa Guerra

    Dylan evolJamie provar se eles podem ser amigos com benefícios, sem enver sentimentos. Eu amo este filme, corre-se um momento muito divertido