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Resenha | Conan – O Bárbaro

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Resenha | Conan – O Bárbaro

“Conan – O Bárbaro”, o original, é um clássico. Sim, não é perfeito, mas é um filme muito bom e um clássico. Mas isso é passado, agora temos um novo Conan. Mas será que podemos esquecer os filmes do Schwarzenegger? A resposta é não. O novo “Conan – O Bárbaro” é fraco, ele tenta, tenta muito, mas…

Vamos começar com a história desse filme: “Conan – O Bárbaro”, mostra Conan desde pequeno, vendo seus pais sendo mortos e sua vila sendo massacrada, anos depois, Conan, agora grandinho, parte numa “épica jornada em busca de vingança”

Sexo, sangue, violência, sangue, peitos, sangue, violência, sangue e mais sangue na sua cara.

Stephen Lang fazendo papel de malvadinho E com mais uma cicatriz na cara, mas não está tão legal quanto em “Avatar”, sangue, violência, diálogos clichês.

Rachel Nichols fazendo cara de “OH, i’m so horny”, para o Conan e tentando fazer o famoso papel de “mulher bonita, mas forte”, só que não funciona.

Jason Momoa é o único com quem eu tenho muita reclamação, até porque ele parece que está se divertindo, é o único que aparenta fazer o filme com “tesão”, mas eu não sei dizer se é por causa da vontade de fazer o filme, ou por causa dos peitos no filme.

O filme é cheio de cenas desnecessárias, claro, são 120 minutos de projeção, eu iria tirar apenas 30 minutetas do filme (não, eu tiraria as cenas de nudez, mas eu quis escrever minutetas). Eu iria tirar mais, mas não tem como mandar um filme de 60 minutos para os cinemas. Ou tem como (o filme novo do Ursinho Pooh tem 62 minutos COM os créditos, e curiosamente, é melhor do que Conan).

Temos a filhota estranha de Khalar Zym (Stephen Lang), Marique (Rose McGowan), que é uma personagem muito boa, mas que é MUITO prejudicada pelo roteiro fraco e pela aparente falta de confiança de Marcus Nispel, o diretor.

“Conan – O Bárbaro” é ruim. Infelizmente, posso até dar outra chance a ele um dia desses em Blu-ray (desculpa para ver Rachel Nichols nua em HD), mas por enquanto, eu prefiro ficar com o livro de Robert E. Howard.

Nota: 5,5

Nota: 5,5